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Dicas de Saúde

Azitromicina, para que serve e efeitos colaterais

A Azitromicina é um antibiótico macrolídeo bastante utilizado pela medicina especialmente no tratamento de doenças respiratórias, infecções de ouvido e doenças sexualmente transmissíveis. Essa substância possui excelentes efeitos no combate a infecções, porém, como toda medicação, se consumida indiscriminadamente, traz efeitos nocivos para o organismo.

Conheça um pouco mais sobre a Azitromicina, suas utilizações e efeitos colaterais:

 Azitromicina, para que serve e efeitos colaterais

O que é Azitromicina?

A Azitromicina é um antibiótico derivado de outro mais antigo, a eritromicina, e utilizado amplamente pela medicina no combate a diversos tipos de infecções bacterianas e fúngicas. Esse medicamente tornou-se bastante popular na medicina principalmente pela comodidade de sua posologia, que normalmente é de apenas um comprimido diário por um período de até cinco dias, ao contrário de outras substâncias, que necessitam de três comprimidos diários por sete a quinze dias.

Esse conforto na medicação revela também que esse antibiótico possui fortes e prolongados efeitos no organismo, aumentando ainda mais a necessidade de cuidados no controle de ingestão.

 

Para que serve a Azitromicina?

As bactérias contra as quais a Azitromicina possui melhores efeitos são: Haemophilus, Moraxella, Legionella, Mycoplasma, Streptococcus, Escherichia coli, Salmonella, Yersinia , Shigella, Campylobacter, Vibrio cholerae, Neisseria gonorrhoeae e Clamidia.

 As principais doenças tratadas com a Azitromicina são:

  • Pneumonia;
  • Uretrites (gonorreia e clamídia);
  • Amigdalites;
  • Sinusite;
  • Coqueluche;
  • Diarreias infecciosas;
  • Cancro mole;
  • Acne;
  • Cólera;

A posologia mais comum da Azitromicina são as formas de comprimidos de 500mg e 1000mg, porém, também existe em forma de xarope.

 Azitromicina

Efeitos colaterais da Azitromicina

A Azitromicina deve ser tomada em cuidado, tanto com a dosagem, quanto em interações medicamentosas. A mulheres grávidas e lactantes, esse medicamento também não é recomendado. Os principais efeitos colaterais da Azitromicina são:

  • Diarreia, que é aguada ou com sangue;
  • Dor de cabeça, dor no peito, tonturas, desmaios, batimentos cardíacos acelerados;
  • Náuseas, dor de estômago superior, comichão, perda de apetite, urina escura, fezes cor de barro, icterícia (amarelamento da pele ou olhos);
  • Febre, dor de garganta, inchaço no rosto ou língua, ardor nos olhos, dor de pele, seguida por uma erupção cutânea vermelha ou roxa que se espalha (especialmente no rosto ou corpo superior) e provoca bolhas e descamação.
  • Alterações no ciclo do sono, irritabilidade, instabilidade emocional, ansiedade, diminuição das capacidades olfativas e paladares;

Esses efeitos colaterais podem acontecer tanto por ima intolerância do corpo a qualquer substância, reação alérgica, quanto em caso de superdosagem.

Gestantes e lactantes: Apesar de não haver nenhuma comprovação de dano desse medicamento ao feto, alguns estudos já mostraram que a Azitromicina pode penetrar a placenta. Por isso, o uso dessa substância deve ser evitado no período gestacional e, se ocorrer, sob estreita supervisão médica.

Hepatites: essa é uma substância muito forte que pode causar lesões ao fígado se ele não estiver em pleno funcionamento, por isso, não deve ser tomada por pacientes com doenças hepáticas.

Interação com antiácidos: A presença de antiácidos é capaz de reduzir em até 30% os efeitos da Azitromicina, correndo o risco de a medicação não surtir o efeito antibiótico esperado e acabar piorando a infecção, aumentando a resistência das bactérias. Por isso, ambas as substâncias não devem ser tomadas simultaneamente.

Anticoncepcional: por ser muitas vezes utilizada para tratar doenças sexualmente transmissíveis, muitas pessoas têm dúvidas sobre a interação da Azitromicina com os efeitos do anticoncepcional. Essa substância não corta os efeitos anticoncepcionais seja de medicamentos controlados, seja da pílula do dia seguinte.

 

Recomendações para Azitromicina

A prescrição de um antibiótico deve ser levada sempre à risca, pois, ao contrário de algumas outras medicações, se não for tomado nos horários, frequência e dosagens corretas, poderá provocar um efeito rebote, isto é, o aumento da infecção derivado de uma resistência adquirida pelos microorganismos. Por isso, o seu uso indiscriminado pode causar efeitos reversos.

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